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    Guia da liberdade capilar: Cabelo alisado, crespo, cacheado ou ondulado, sem dramas

    Três mulheres com cabelo alisado, segurando a escova Basiqe Sleek Gold

    Um dia liso, noutro cacheado. Depois trançado, liso de novo, crespo, natural, raspado ou solto ao vento. Não importa como são os fios do seu cabelo, nem o que você faz com eles. O chique hoje em dia é assumir que a liberdade capilar é tendência e veio para ficar.

    Mas você sabe o que é liberdade capilar e a importância dela para a sua auto estima e o seu processo de autoconhecimento?

    Pois basta pensar que esse conceito permite a todos usarem a sua cabeleira como lhes der na telha, sem se importar com a opinião alheia e a ditadura estética da moda. A liberdade capilar surgiu justamente para combater a ultrapassada e inadequada imposição de que mulheres negras, crespas e cacheadas deveriam usar seus fios de uma maneira específica.

    Tudo o que você precisa saber sobre a liberdade capilar

    A verdade é que essa história começa antes ainda, há muitos e muitos anos atrás quando os fios cacheados e crespos não eram bem vistos socialmente. Quem tem, sabe: cabelo liso era sinônimo de status e respeito.

    Por conta disso, gerações e gerações de mulheres negras se viram obrigadas a alisar os fios com o uso de químicas agressivas e nocivas à saúde ou instrumentos nada seguros.

    Com o passar dos anos, um movimento foi surgindo para reverter esse processo, que acabou abalando a identidade principalmente das mulheres negras. A ideia que surgia era a de que o cabelo natural, fosse ele cacheado, crespo ou ondulado deveria ser reverenciado e aceito porque era lindo e tornava mulheres e homens visíveis e empoderados. No entanto, mais uma vez, esse processo acabou se tornando uma outra forma de imposição.

    Mulher de cabelo cacheado alisando com escova Basiqe Sleek Gold

    Alisar ou não alisar os cabelos é uma decisão individual.

    Dessa vez, a crítica recaía sobre quem decidisse usar os fios de forma não natural, principalmente se fosse alisado. Agora, eram as mulheres que ainda preferiam usar os cabelos alisados que eram condenadas.

    Cansadas de críticas e julgamentos, essas mulheres, do mundo inteiro, se uniram para se libertar do “pode”/”não pode”. E é então que se inicia a jornada pela liberdade capilar, na qual a cor e a raça não devem determinar a forma e o estilo de como você usa os seus cabelos.

    Para ajudar nesse processo, o mercado investiu em produtos naturais, progressivas não agressivas, perucas e escovas alisadoras eficientes que, além de alisarem e modelagem as madeixas, ainda protegem os fios, como é o caso da Basiqe Sleek Gold.

    A importância da representatividade e do empoderamento

    Para fortalecer a ideia de que tudo é permitido quando o assunto é cabelo, a ex-BBB e influenciadora digital Camila de Lucas deu recentemente vários recados em suas redes sociais aos que criticam mulheres negras que alisam cabelo, usam perucas ou laces.

    Os críticos questionavam a ex-BBB porque ela não usava seus cabelos naturais, enquanto em seu discurso pregava a aceitação dos fios crespos e cacheados. Mas Camila foi dura: “Quando eu quiser alisar meu cabelo, eu vou alisar, isso não vai diminuir a minha identidade. A mulher pode ter o cabelo que quiser”.

    A cantora Negra Li é outra artista que recebeu críticas quando alisou os cabelos crespos no passado. Mas também rebateu os incomodados. Para a cantora, o fato de alisar os fios não precisa, necessariamente, significar que a pessoa quer esconder os cabelos naturais. Para ela, o alisamento muitas vezes é apenas uma forma de mudar o visual.

    As falas da ex-BBB e de Negra Li traduzem bem o que é liberdade capilar. A ideia é que mulheres e homens, ainda que busquem a aceitação dos seus fios naturais, não se privem de usarem seus cabelos como bem entenderem. Nada mais de regras nem imposições.

    Quer mais inspiração de gente que representa e fortalece o conceito de liberdade capilar? Selecionamos cinco mulheres empoderadas, negras e que não deixam de usar cabelos lisos:

    1. Ana Bela Santos: Modelo de passarela e editoriais de moda mundo afora, Ana Bela exibe cabelos longos e lisos, e tem mais de 15 mil seguidores no Instagram.
    2. Aline Dias: Atriz, ela é a primeira protagonista negra da novelinha das tardes da Globo, Malhação, e conta com 1,7 milhões de fãs no Instagram. Ela é cacheada, mas alisa quando quer!
    3. Leidi Rocha: Maquiadora, youtuber, com fios alisados e empoderada, Leidi também ensina a cuidar dos cabelos em seu canal.
    4. Camila Nunes: Uma das maiores influencers de cabelo e maquiagem para pele negra do Youtube.
    5. Carol Rocha: terapeuta capilar com 500 mil inscritos no seucanal do Youtube, Carol trata de assuntos como fios alisados, progressivas para cada tipo de cabelo e tratamentos capilares caseiros.


    Passo a passo rápido para conquista a liberdade capilar

    É claro que, assim como qualquer processo de aceitação, transformação e renovação, é preciso que você se proponha a alcançar o seu objetivo com dedicação, paciência e amor próprio. Além disso, aqui a ideia é seguir na jornada pela liberdade capilar sem regras, sem pressão e sem neuras.

    Ainda assim, se você precisa de um empurrãozinho, nós seguramos na sua mão e seguimos junto com você. Pensando nisso, criamos um passo a passo para que você se liberte das preocupações, dos medos e dê de ombros para as críticas dos outros e vá ser feliz com o seu cabelo, do que jeito que você quiser. Segue com a gente:

    1. Encare (se quiser) a transição capilar com leveza

    Se você passou pelo alisamento químico, progressiva e afins pode ser a hora de considerar a transição capilar. É obrigatório? Não. Mas a maioria das mulheres que encararam esse processo garantem que a sensação de liberdade no final das contas é impagável.

    Mas vale dizer: é preciso conter a ansiedade nessa etapa, porque a transição capilar é um dos momentos mais lentos e dolorosos porque envolve retirar por completo a química utilizada para alisar o cabelo No meio do caminho, um dos desafios também é, à medida em que a química sai, aceitar os fios naturais.

    Por isso, durante a transição capilar é comum que a auto estima das mulheres fique abalada. Afinal, até que toda a química saia, a aparência dos fios fica indefinida entre o liso e o cacheado. Além disso, não é simples absorver as emoções que surgem após um longo tempo alisando os cabelos vendo-os, agora, encaracolando.

    Detalhe da escova Sleek Gold passando pelos fios de uma mecha de cabelo.
     Alisar os fios sem química durante a transição capilar pode ajudar na auto estima. 


    Por que uma coisa é fato: a transição pode levar dois anos ou mais. E não há nada de mais em alisar os fios ou usar outros artifícios para se sentir bonita no meio dessa jornada. Além de alisar, muitas mulheres optam por cortar os cabelos bem curtinho, raspar ou até mesmo criar novos visuais com perucas.

    A ex-BBB Camila de Lucas também passou por esse processo recentemente e compartilhou com seus seguidores que, para enfrentar essa jornada, ela lançou mão de laces e perucas, além da escova alisadora ou do secador e da prancha que estavam sempre por perto caso a vontade de alisar os fios batesse à porta.

    2. Explore as possibilidades e divirta-se

    Outro passo importante para você praticar a liberdade capilar é se aventurar pelas várias opções de penteados que se pode criar com os fios, sejam eles crespos, cacheados ou ondulados. Curto ou longo, loiro ou vermelho, raspado, trançado, alisado ou black power.

    A cantora Iza é um exemplo de como explorar as possibilidades capilares pode gerar looks incríveis seja para usar no dia a dia, marcar presença em eventos de trabalho ou arrasar na balada. A cantora, não raro, aparece com os fios trançados com os mais variados designs, curtos, longos, naturais ou alisados.

    Já Lupita Nyong’o, atriz do filme Pantera Negra, raspou a cabeça pela primeira vez aos 18 anos, e já comentou que considerou o momento como libertador. Por isso, nessa etapa, a estratégia é experimentar e ousar, não apenas para se divertir, mas para encontrar o estilo que lhe agrada mais em casa ocasião.

    3. Se for alisar, fuja de químicas e use escovas eficientes

    Agora, se após passar pela transição capilar - ou mesmo se você não optou por essa etapa - a ideia for continuar alisando os cabelos, o ideal é passar longe dos produtos químicos e de aparelhos duvidosos que podem danificar os fios.

    Inclusive, alisar o cabelo quimicamente está ficando cada vez mais ultrapassado. Isso vale porque os produtos utilizados nesse processo, de fato, enfraquecem os cabelos, demandam mais tempo e dinheiro para manutenção e ainda podem afetar a saúde como um todo.

    Mas não é por isso que você não pode alisar os cabelos se assim o desejar. Para tanto, basta lançar mão de uma boa e segura escova alisadora como mostra o tutorial do Youtube abaixo:

    E é justamente aí que o mercado, de olho na liberdade das mulheres e homens de fazerem o que desejaram com seus cabelos, entendeu que hoje as pessoas querem poder alisar os fios sem prejudicá-los - e sem perder muito tempo também.

    Com isso, surgiram as escovas alisadoras que substituíram o secador e a prancha. A Basiqe Sleek Gold, por exemplo, é destaque porque, de acordo com quem já usou, protege os fios já que não ultrapassa os 210 ºC, consegue alisar até mesmo a raiz e poupa o seu tempo porque é ágil e eficiente.

    Concluindo…

    Se você tem cabelo ondulado, crespo ou cacheado, liberte-se! Se aceitar e aceitar as madeixas como elas são é, de fato, libertador. Mas mais importante ainda é não dar ouvidos às críticas e opiniões alheias sobre o que você faz com o seu cabelo.

    Ninguém deixa de honrar sua própria origem e ancestralidade por que decidiu usar o cabelo assim ou assado. Quer alisar? Alise! Quer pintar? Pinte! Quer raspar? Raspe! Quer usar naturalmente? Use! Ouse, arrisque, mude, sinta-se bela e seja feliz!

    escova alisadora eficiente